Ela gosta de musica alta.
Ela veste roupas legais e dança.
Ela sabe o que quer da noite.
E pra ela toda noite é criança.
Ela gosta de olhos azuis.
Ela gosta de pular a janela.
Ela gosta de sair escondido.
E leva amigas com ela.
Preencha seu endereço certo
Não se esqueça dos acentos
Seus amigos te esperam
Com seus cabelos ao vento
Suba por essas escadas, não use o elevador
O seu pulo pro futuro esta no fim do corredor
Não pense que eu penso assim
É tudo dinheiro nesse absurdo
O elevador esta quebrado
Não sou eu que concerto tudo
Ela ainda gosta de musica alta
Veste roupas legais e dança.
Ela sabe o que quer da noite.
E cada noite é uma lembrança.
Ela veste roupas legais e dança.
Ela sabe o que quer da noite.
E pra ela toda noite é criança.
Ela gosta de olhos azuis.
Ela gosta de pular a janela.
Ela gosta de sair escondido.
E leva amigas com ela.
Preencha seu endereço certo
Não se esqueça dos acentos
Seus amigos te esperam
Com seus cabelos ao vento
Suba por essas escadas, não use o elevador
O seu pulo pro futuro esta no fim do corredor
Não pense que eu penso assim
É tudo dinheiro nesse absurdo
O elevador esta quebrado
Não sou eu que concerto tudo
Ela ainda gosta de musica alta
Veste roupas legais e dança.
Ela sabe o que quer da noite.
E cada noite é uma lembrança.
Certo dia uma linda menina saiu de casa enquanto as nuvens diziam nomes feios ao ar.
Ela era inocente e sem experiência, não fazia idéia de onde a rua ia dar.
Sua mãe a alertava sob o efeito do fim da guerra onde ela ia andar.
Mas sua mãe não sabia onde a rua ia dar.
O sol já estava cansado do céu.
O sol já estava cansado de si.
O sol já estava vermelho de raiva.
O sol já estava caindo ali.
E a menina gritava com sol que era tão bonito e tão vermelho.
Ele era tão alto tão senhor e via tudo sem medo.
Ele também não sabia onde a rua ia dar.
Não existem chaves que abram os galhos
Das árvores mortas, tombadas pelos raios.
Mesmo assim os mágicos batiam as cabeças
Contra os muros de pedra azul.
Eles também não sabiam onde a rua ia dar.
Os moinhos presos aos vales
De terras tão estranhas soltavam-se
Do véu entre o leste e o sul dos condados de um só rei.
Todas as estradas cortavam essas terras
Onde as pedras se reuniam nas estações mais frias.
E o vento cada vez mais ácido murmurava blasfêmias sobre as cortes
Do dono das plantações de dentes de leão.
Aquela rua era propriedade das guardiãs de todas as maldades.
Aquela rua era propriedade das guardiãs de todas as maldades.
Elas também não sabiam onde a rua ia dar.
Elas também não sabiam onde a rua ia dar.
A menina caminhava enquanto o próprio tempo recuava
Com medo das próprias virtudes.
A menina caminhava enquanto o sol cansado nascia e morria
Com medo das próprias virtudes.
A menina caminhava enquanto todos os mágicos se deformavam
Batendo as cabeças nos muros de pedras azul
Com medo das próprias virtudes.
Com medo das próprias virtudes.
Com medo das próprias virtudes.
Certo dia uma linda menina saiu de casa enquanto as nuvens diziam nomes feios ao ar.
Ela era inocente e sem experiência, não fazia idéia de onde a rua ia dar.
Sua mãe a alertava sob o efeito do fim da guerra onde ela ia andar.
Mas sua mãe não sabia onde a rua ia dar.
O sol já estava cansado do céu.
O sol já estava cansado de si.
O sol já estava vermelho de raiva.
O sol já estava caindo ali.
E a menina gritava com sol que era tão bonito e tão vermelho.
Ele era tão alto tão senhor e via tudo sem medo.
Ele também não sabia onde a rua ia dar.
Não existem chaves que abram os galhos
Das árvores mortas, tombadas pelos raios.
Mesmo assim os mágicos batiam as cabeças
Contra os muros de pedra azul.
Eles também não sabiam onde a rua ia dar.
Os moinhos presos aos vales
De terras tão estranhas soltavam-se
Do véu entre o leste e o sul dos condados de um só rei.
Todas as estradas cortavam essas terras
Onde as pedras se reuniam nas estações mais frias.
E o vento cada vez mais ácido murmurava blasfêmias sobre as cortes
Do dono das plantações de dentes de leão.
Aquela rua era propriedade das guardiãs de todas as maldades.
Aquela rua era propriedade das guardiãs de todas as maldades.
Elas também não sabiam onde a rua ia dar.
Elas também não sabiam onde a rua ia dar.
A menina caminhava enquanto o próprio tempo recuava
Com medo das próprias virtudes.
A menina caminhava enquanto o sol cansado nascia e morria
Com medo das próprias virtudes.
A menina caminhava enquanto todos os mágicos se deformavam
Batendo as cabeças nos muros de pedras azul
Com medo das próprias virtudes.
Com medo das próprias virtudes.
Com medo das próprias virtudes.
Certo dia uma linda menina saiu de casa enquanto as nuvens diziam nomes feios ao ar.
Talvez eu esteja só um pouco cansado da noite de ontem.
Mas acho que vi alguém vindo na minha direção.
Era uma pessoa estranha, pele clara, olhos vazados.
E não era algo que eu esperasse ser bom, mas era alguém.
Era o que eu merecia ver, onde estivesse iria ver o seu sorriso.
E ninguém veio me ajudar além dela.
No meio dessa rua tem uma garota de olhos verdes, e eu não parei por ela.
Parei por que era meu destino, ela foi um evento a parte.
E se estivesse viva me perdoaria por isso.
Então venha você mesmo provar de meu veneno, pois não sinto mais seu gosto.
Não sinto gosto de nada, não sinto cheiro de nada, não vejo nada também.
Não espero que ela volte, não olho a minha volta, nunca esperei mais ninguém.
Não quero essa saída, espero que minha vida de alguma forma se sinta bem.
Não temo pelo futuro, estou num lugar seguro, e garanto que ela não vem.
Mas nem sei do que estou falando e você me ouve por medo.
O medo me deixa tranquilo, o medo me deixa em segredo.
A verdade que é a vilã, ela que quer nos matar.
E enquanto houver um ruído, por mais que não faça sentido, eles ainda estarão por lá.
Mas acho que vi alguém vindo na minha direção.
Era uma pessoa estranha, pele clara, olhos vazados.
E não era algo que eu esperasse ser bom, mas era alguém.
Era o que eu merecia ver, onde estivesse iria ver o seu sorriso.
E ninguém veio me ajudar além dela.
No meio dessa rua tem uma garota de olhos verdes, e eu não parei por ela.
Parei por que era meu destino, ela foi um evento a parte.
E se estivesse viva me perdoaria por isso.
Então venha você mesmo provar de meu veneno, pois não sinto mais seu gosto.
Não sinto gosto de nada, não sinto cheiro de nada, não vejo nada também.
Não espero que ela volte, não olho a minha volta, nunca esperei mais ninguém.
Não quero essa saída, espero que minha vida de alguma forma se sinta bem.
Não temo pelo futuro, estou num lugar seguro, e garanto que ela não vem.
Mas nem sei do que estou falando e você me ouve por medo.
O medo me deixa tranquilo, o medo me deixa em segredo.
A verdade que é a vilã, ela que quer nos matar.
E enquanto houver um ruído, por mais que não faça sentido, eles ainda estarão por lá.
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