Por favor fique calmo e espere aqui fora.
Estamos fazendo tudo ao nosso alcance.
Evite que as coisa se compliquem ainda mais,
Devia ter pensado nisso antes.
Estávamos sonhando em recomeçar uma vida perfeita
Uma casa numa cidade pequena, um emprego, um cachorro
Estávamos excitados com todas essas coisas
Não era pra acabar assim. Eu fiz isso, desculpe.
Essas luzes estão me deixando tonto.
Ainda há sangue na minha camisa.
Por favor só me diga que tudo ficará bem.
Em seguida podem trazer minha cruz.
Ela só queria uma nova vida, numa nova cidade em um novo ano.
E agora está numa mesa com traumatismo craniano.
Estávamos tão empolgados, com nossos sorrisos cheios de planos.
E agora ela é a vítima, e eu mais um pobre insano.
Não olhe pra mim por favor. Não me diga que erra é humano.
Estamos fazendo tudo ao nosso alcance.
Evite que as coisa se compliquem ainda mais,
Devia ter pensado nisso antes.
Estávamos sonhando em recomeçar uma vida perfeita
Uma casa numa cidade pequena, um emprego, um cachorro
Estávamos excitados com todas essas coisas
Não era pra acabar assim. Eu fiz isso, desculpe.
Essas luzes estão me deixando tonto.
Ainda há sangue na minha camisa.
Por favor só me diga que tudo ficará bem.
Em seguida podem trazer minha cruz.
Ela só queria uma nova vida, numa nova cidade em um novo ano.
E agora está numa mesa com traumatismo craniano.
Estávamos tão empolgados, com nossos sorrisos cheios de planos.
E agora ela é a vítima, e eu mais um pobre insano.
Não olhe pra mim por favor. Não me diga que erra é humano.
Você acorda cedo pra sair pra trabalhar.
Você trabalha muito e reclama da inflação.
Você com seu diploma e sua cadeira tão macia.
Você com sua cadeira e seu diploma de cuzão.
Parabéns por sua vida, mas a guarde pra você.
Parabéns por sua cultura que te deixa tão esperto.
No seu sangue correm letras, álcool, regras e clichês.
Sua cabeça tão perfeita, pensamento sempre certo.
Me poupe de sua miséria, me poupe de sua concórdia.
E me dê cinco minutos de vantagem pra correr.
Me deixe pensar em paz os meus próprios pensamentos.
Me deixe viver em paz se eu decido me vender.
E no final, o que te sobra dessa merda azeda toda?
O que você anda deixando pra lembrarem de você.
Nos faça um favor, e se mate de uma vez.
Ou espere que a vaidade possa vir te abater.
Vou vivendo em minha miséria, mas eu sempre lembrarei.
Do enfado que eu sempre sinto de gente como você.
Você trabalha muito e reclama da inflação.
Você com seu diploma e sua cadeira tão macia.
Você com sua cadeira e seu diploma de cuzão.
Parabéns por sua vida, mas a guarde pra você.
Parabéns por sua cultura que te deixa tão esperto.
No seu sangue correm letras, álcool, regras e clichês.
Sua cabeça tão perfeita, pensamento sempre certo.
Me poupe de sua miséria, me poupe de sua concórdia.
E me dê cinco minutos de vantagem pra correr.
Me deixe pensar em paz os meus próprios pensamentos.
Me deixe viver em paz se eu decido me vender.
E no final, o que te sobra dessa merda azeda toda?
O que você anda deixando pra lembrarem de você.
Nos faça um favor, e se mate de uma vez.
Ou espere que a vaidade possa vir te abater.
Vou vivendo em minha miséria, mas eu sempre lembrarei.
Do enfado que eu sempre sinto de gente como você.
As vezes fico pensando se é isso mesmo que eu quero
Se essa é a vida que espero, viver e morrer assim.
As vezes fico sentado no terraço de meu pédio
Olhando pra todos na rua, tentando enxergar só a mim.
Andando entre as pessoas, sorrindo, fingindo, vivendo
Sentindo, fugindo, correndo, saltando, gritrando, enfim.
Pra minha última cena, com essa frase pequena
"Até que não foi tão ruim".
Olha quem veio te ver, lá fora gritando seu nome!
Por favor, senhor, saia de meu jardim.
E ele sorriu como quem nunca sorriu antes.
E ele saiu, sem sequer olhar pra mim.
Se essa é a vida que espero, viver e morrer assim.
As vezes fico sentado no terraço de meu pédio
Olhando pra todos na rua, tentando enxergar só a mim.
Andando entre as pessoas, sorrindo, fingindo, vivendo
Sentindo, fugindo, correndo, saltando, gritrando, enfim.
Pra minha última cena, com essa frase pequena
"Até que não foi tão ruim".
Olha quem veio te ver, lá fora gritando seu nome!
Por favor, senhor, saia de meu jardim.
E ele sorriu como quem nunca sorriu antes.
E ele saiu, sem sequer olhar pra mim.
FIM
Vamos fazer algo pra nos arrepender depois?
A idéia não foi minha eu sou só um aprendiz.
Vamos tentar saltar de um precipício sem cair?
A idéia não foi minha, eu só quero o que eu quis.
Quem disse que pra ser esperto alguém tem que ser otário?
Não me conte outros contos sobre homens e destinos.
Quem pediu pra apagarem o fogo dos candelabros
Foi quem viu que as suas hastes eram feitas de meninos.
Mas meninos não são homens como os homens devem ser.
Nem os homems são mais homens como os homens devem ser.
É tirando o seu amigo que o seu deus te recompensa.
É matando sua família que ele gosta de você.
Tão estranhas são as manhas que seguram suas mentiras.
Bem debaixo desse sol que a terra ha de comer.
Bem serenas as mulheres que seus pais lhes arranjaram.
Mas sozinhas vão vivendo, amargas, até morrer.
Não me espere, eu já fui, só você não percebeu.
Nem os homems são mais homens como meninos devem ser.
A idéia não foi minha eu sou só um aprendiz.
Vamos tentar saltar de um precipício sem cair?
A idéia não foi minha, eu só quero o que eu quis.
Quem disse que pra ser esperto alguém tem que ser otário?
Não me conte outros contos sobre homens e destinos.
Quem pediu pra apagarem o fogo dos candelabros
Foi quem viu que as suas hastes eram feitas de meninos.
Mas meninos não são homens como os homens devem ser.
Nem os homems são mais homens como os homens devem ser.
É tirando o seu amigo que o seu deus te recompensa.
É matando sua família que ele gosta de você.
Tão estranhas são as manhas que seguram suas mentiras.
Bem debaixo desse sol que a terra ha de comer.
Bem serenas as mulheres que seus pais lhes arranjaram.
Mas sozinhas vão vivendo, amargas, até morrer.
Não me espere, eu já fui, só você não percebeu.
Nem os homems são mais homens como meninos devem ser.
Ela gosta de musica alta.
Ela veste roupas legais e dança.
Ela sabe o que quer da noite.
E pra ela toda noite é criança.
Ela gosta de olhos azuis.
Ela gosta de pular a janela.
Ela gosta de sair escondido.
E leva amigas com ela.
Preencha seu endereço certo
Não se esqueça dos acentos
Seus amigos te esperam
Com seus cabelos ao vento
Suba por essas escadas, não use o elevador
O seu pulo pro futuro esta no fim do corredor
Não pense que eu penso assim
É tudo dinheiro nesse absurdo
O elevador esta quebrado
Não sou eu que concerto tudo
Ela ainda gosta de musica alta
Veste roupas legais e dança.
Ela sabe o que quer da noite.
E cada noite é uma lembrança.
Ela veste roupas legais e dança.
Ela sabe o que quer da noite.
E pra ela toda noite é criança.
Ela gosta de olhos azuis.
Ela gosta de pular a janela.
Ela gosta de sair escondido.
E leva amigas com ela.
Preencha seu endereço certo
Não se esqueça dos acentos
Seus amigos te esperam
Com seus cabelos ao vento
Suba por essas escadas, não use o elevador
O seu pulo pro futuro esta no fim do corredor
Não pense que eu penso assim
É tudo dinheiro nesse absurdo
O elevador esta quebrado
Não sou eu que concerto tudo
Ela ainda gosta de musica alta
Veste roupas legais e dança.
Ela sabe o que quer da noite.
E cada noite é uma lembrança.
Certo dia uma linda menina saiu de casa enquanto as nuvens diziam nomes feios ao ar.
Ela era inocente e sem experiência, não fazia idéia de onde a rua ia dar.
Sua mãe a alertava sob o efeito do fim da guerra onde ela ia andar.
Mas sua mãe não sabia onde a rua ia dar.
O sol já estava cansado do céu.
O sol já estava cansado de si.
O sol já estava vermelho de raiva.
O sol já estava caindo ali.
E a menina gritava com sol que era tão bonito e tão vermelho.
Ele era tão alto tão senhor e via tudo sem medo.
Ele também não sabia onde a rua ia dar.
Não existem chaves que abram os galhos
Das árvores mortas, tombadas pelos raios.
Mesmo assim os mágicos batiam as cabeças
Contra os muros de pedra azul.
Eles também não sabiam onde a rua ia dar.
Os moinhos presos aos vales
De terras tão estranhas soltavam-se
Do véu entre o leste e o sul dos condados de um só rei.
Todas as estradas cortavam essas terras
Onde as pedras se reuniam nas estações mais frias.
E o vento cada vez mais ácido murmurava blasfêmias sobre as cortes
Do dono das plantações de dentes de leão.
Aquela rua era propriedade das guardiãs de todas as maldades.
Aquela rua era propriedade das guardiãs de todas as maldades.
Elas também não sabiam onde a rua ia dar.
Elas também não sabiam onde a rua ia dar.
A menina caminhava enquanto o próprio tempo recuava
Com medo das próprias virtudes.
A menina caminhava enquanto o sol cansado nascia e morria
Com medo das próprias virtudes.
A menina caminhava enquanto todos os mágicos se deformavam
Batendo as cabeças nos muros de pedras azul
Com medo das próprias virtudes.
Com medo das próprias virtudes.
Com medo das próprias virtudes.
Certo dia uma linda menina saiu de casa enquanto as nuvens diziam nomes feios ao ar.
Ela era inocente e sem experiência, não fazia idéia de onde a rua ia dar.
Sua mãe a alertava sob o efeito do fim da guerra onde ela ia andar.
Mas sua mãe não sabia onde a rua ia dar.
O sol já estava cansado do céu.
O sol já estava cansado de si.
O sol já estava vermelho de raiva.
O sol já estava caindo ali.
E a menina gritava com sol que era tão bonito e tão vermelho.
Ele era tão alto tão senhor e via tudo sem medo.
Ele também não sabia onde a rua ia dar.
Não existem chaves que abram os galhos
Das árvores mortas, tombadas pelos raios.
Mesmo assim os mágicos batiam as cabeças
Contra os muros de pedra azul.
Eles também não sabiam onde a rua ia dar.
Os moinhos presos aos vales
De terras tão estranhas soltavam-se
Do véu entre o leste e o sul dos condados de um só rei.
Todas as estradas cortavam essas terras
Onde as pedras se reuniam nas estações mais frias.
E o vento cada vez mais ácido murmurava blasfêmias sobre as cortes
Do dono das plantações de dentes de leão.
Aquela rua era propriedade das guardiãs de todas as maldades.
Aquela rua era propriedade das guardiãs de todas as maldades.
Elas também não sabiam onde a rua ia dar.
Elas também não sabiam onde a rua ia dar.
A menina caminhava enquanto o próprio tempo recuava
Com medo das próprias virtudes.
A menina caminhava enquanto o sol cansado nascia e morria
Com medo das próprias virtudes.
A menina caminhava enquanto todos os mágicos se deformavam
Batendo as cabeças nos muros de pedras azul
Com medo das próprias virtudes.
Com medo das próprias virtudes.
Com medo das próprias virtudes.
Certo dia uma linda menina saiu de casa enquanto as nuvens diziam nomes feios ao ar.
Talvez eu esteja só um pouco cansado da noite de ontem.
Mas acho que vi alguém vindo na minha direção.
Era uma pessoa estranha, pele clara, olhos vazados.
E não era algo que eu esperasse ser bom, mas era alguém.
Era o que eu merecia ver, onde estivesse iria ver o seu sorriso.
E ninguém veio me ajudar além dela.
No meio dessa rua tem uma garota de olhos verdes, e eu não parei por ela.
Parei por que era meu destino, ela foi um evento a parte.
E se estivesse viva me perdoaria por isso.
Então venha você mesmo provar de meu veneno, pois não sinto mais seu gosto.
Não sinto gosto de nada, não sinto cheiro de nada, não vejo nada também.
Não espero que ela volte, não olho a minha volta, nunca esperei mais ninguém.
Não quero essa saída, espero que minha vida de alguma forma se sinta bem.
Não temo pelo futuro, estou num lugar seguro, e garanto que ela não vem.
Mas nem sei do que estou falando e você me ouve por medo.
O medo me deixa tranquilo, o medo me deixa em segredo.
A verdade que é a vilã, ela que quer nos matar.
E enquanto houver um ruído, por mais que não faça sentido, eles ainda estarão por lá.
Mas acho que vi alguém vindo na minha direção.
Era uma pessoa estranha, pele clara, olhos vazados.
E não era algo que eu esperasse ser bom, mas era alguém.
Era o que eu merecia ver, onde estivesse iria ver o seu sorriso.
E ninguém veio me ajudar além dela.
No meio dessa rua tem uma garota de olhos verdes, e eu não parei por ela.
Parei por que era meu destino, ela foi um evento a parte.
E se estivesse viva me perdoaria por isso.
Então venha você mesmo provar de meu veneno, pois não sinto mais seu gosto.
Não sinto gosto de nada, não sinto cheiro de nada, não vejo nada também.
Não espero que ela volte, não olho a minha volta, nunca esperei mais ninguém.
Não quero essa saída, espero que minha vida de alguma forma se sinta bem.
Não temo pelo futuro, estou num lugar seguro, e garanto que ela não vem.
Mas nem sei do que estou falando e você me ouve por medo.
O medo me deixa tranquilo, o medo me deixa em segredo.
A verdade que é a vilã, ela que quer nos matar.
E enquanto houver um ruído, por mais que não faça sentido, eles ainda estarão por lá.
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